Entramos no quarto.
Ele já sabia o que fazer, afinal em toda sessão fazia, mas mesmo assim ordenei:
- Tire toda a roupa.
Me aproximei de uma das malas e tirei um o objeto mais valioso de todos, o de maior significado. "sua" coleira.
Cada escravo que tive tem uma diferente e ao final da relação - não importa como ela acaba - fico com todas.
Mandei ele se ajoelhar próximo a mim e me oferecer seu pescoço.
Coloquei a coleira.
Senti a sua tensão.
Durante todo o trajeto, mal falei com ele e isso o deixava extremamente apreensivo. Sabia que tinha feito algo de errado.
Enquanto me despia, ouvia sua respiração pesada. Tensa.Também não tinha avisado quanto tempo o desejaria disponível, naquele dia não me importava os planos dele.
Voltei junto a mala e peguei sua terrina.
Fui até o banheiro e chamei-o.
Ele veio de quatro, a única maneira que pode se locomover perante a mim.
Coloquei sua terrina sobre a tampa abaixada do vaso, abaixei minha calcinha e fiz ali o único líquido que ele poderia beber enquanto estivesse cativo.
O fiz levar a terrina para um canto de quarto e expliquei a finalidade dela naquela noite ...
Fui até perto dele, abri as pernas e mandei verificar se havia alguma gota de urina nas minhas pernas, afinal a terrina era relativamente rasa e senti algum respingo morno.
Mandei ele cheirar minhas pernas e caso houvesse uma gota sequer, ele teria de limpar com a boca.
continua ...

1 murmúrio (s):
ansioso pela proxima parte!
... e, confesso, querendo que fosse eu ali rs
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